Difícil traduzir algo
que sequer fala.
Difícil traduzir algo
que sequer fala.
You don’t speak English as well as you think.
You don’t know the Bible as well as you think.
You don’t know people as well as you think.
You don’t write as well as you think.
You’re not as wise as you think.
You’re not as humble as you think.
You’re not as kind as you think.
You’re not as sad as you think.
You’re not as polite as you think.
You’re not as fine as you think.
You’re not as interesting as you think.
And you should really think about changing your hair cut.
You
are
nothing
but
a
lot
of
halfs.
Minha vida fica aqui mesmo.
O que for importante, fica aqui.
Pela primeira vez, examinei a mim mesmo com um propósito seriamente prático. E ali encontrei o que me assustou: um bestiário de luxúrias, um hospício de ambições, um canteiro de medos, um harém de ódios mimados.
Meu nome era Legião.
Testando o leiômetro do blog.
Ninfetas profanas seminuas. Priscila BBB. Ah… NUA!
Ah, não… Falta o principal.
And when He comes, it will be both wonderful and terrifying.
On that day, I’ll say I have good news and I have bad news.
The good news is: God is here.
The bad news is: God is here.
It will depend on the side of the line you’ll be standing on.
Há pouco mais de um mês, tive a feliz experiência de sofrer a tentativa de um assalto. Cerca de quinze pivetes, entre eles, um jovem que teria seus dezoito anos, cercaram a mim, minha namorada e uma amiga nossa numa praça cá do Rio. O rapaz disse com autoridade que estava com o ferro, e que um amigo seu também estava com o tal ferro, e que deveríamos passar tudo o que tínhamos. Como havíamos sofrido uma experiência muito boa não muitos minutos dali, estávamos muito calmos, e com essa calma eu respondi que não tinha dinheiro nenhum comigo. O rapaz gritou pelo meu celular (que havia perdido na semana anterior), e fui obrigado a responder que também não tinha. Incrédulo, pediu pra olhar minha bolsa, afinal, como raios eu não teria um celular?!
A essa altura, as crianças gritavam pelos celulares enquanto minha namorada gritava de volta que não tínhamos nada para eles que não o amor de Cristo. Muito justas palavras. Ao dar minha bolsa conforme o rapaz havia mandado, completei que ele só acharia ali a minha bíblia. Além de um caderno, um bloco com as anotações do meu livro, uma caneta e a minha carteira, ele achou sim a minha bíblia. Não conseguiu disfarçar a surpresa. Fechou minha bolsa e me devolveu se desculpando. Disse aos seus amigos que éramos da igreja, e todos saíram se desculpando. Os abençoamos e seguimos andando felizes. Mais tarde eu voltaria pelo mesmo caminho indo para casa e oraria por eles todos.
XXX
Há algumas semanas, estávamos minha namorada e eu estávamos numa praça de Niterói conversando quando um garoto numa bicicleta nos abordou pedindo nossos celulares. Pensei comigo mesmo que Deus só poderia estar de brincadeira. Disse a ele que não tinha celular. Ele desacreditou dizendo que, se fosse caô, ele faria alguma coisa com uma arma invisível em sua cintura. Chutei em sua direção minha bolsa que estava no chão pedindo que procurasse, mas que só encontraria minha bíblia. Minha namorada completou dizendo que ainda poderíamos orar por ele. “Pacote completo”, disse ela.
Constrangido, o garoto pediu desculpas. Nós o abençoamos e ele se foi.
XXX
Na semana passada, eu andava distraído por volta da meia-noite na Av. Chile, quando dois homens me abordaram pedindo para fortalecer. Pensei por um momento antes de perceber que se tratava de outro assalto. Mandaram que eu abrisse minha bolsa, e eu disse logo que não tinha nada, mas que poderia orar por eles. Desdenharam de mim e iam embora distribuindo valeus quando insisti que voltassem para que eu orasse por eles. Ambos voltaram de cabeças baixas.
“Faz a oração aí”, disse um deles.
Washington e Jonathan. Foi como se apresentaram. Então repousei minhas mãos em seus ombros e orei por suas vidas. Apertaram minha mão e se foram.
XXX
No último domingo, Karla Leal dos Reis, de 25 anos foi assaltada junto com sua família por três bandidos quando voltava da igreja. Quando os homens iam embora levando seus pertences, Karla pediu que devolvessem ao menos seu crachá de estagiária e sua bíblia. Um deles voltou e devolveu a bíblia. Quando Karla se virou para ir embora, levou um tiro na nuca. Durante o velório, a mãe de Karla chorava e, desesperada, orava por seu consolo, e para que o algoz de sua filha um dia se convertesse de seus maus caminhos e fosse salvo pelo amor de Cristo.
A vontade de Deus se move de formas misteriosas. Todas maravilhosamente paradoxais.