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Trails of troubles, roads of battles, paths of victory I shall walk. The trail is dusty and my road it might be rough, but the better roads are waiting and boys it ain’t far off. Trails of troubles, roads of battles, paths of victory we shall walk. I walked down by the valley, I turned my head up high. I saw that silver lining that was hanging in the sky. Trails of troubles, roads of battles, paths of victory we shall walk. The evening dusk was rolling. I was walking down the track.
There was a one-way wind a-blowing and it was blowing at my back. Trails of troubles, roads of battles, paths of victory we shall walk. The gravel road is bumpy, it’s a hard road to ride. But there’s a clearer road a-waiting with the cinders on the side. Trails of troubles, roads of battles, paths of victory we shall walk. That evening train was rolling, the humming of it’s wheels. My eyes they saw a better day as I looked across the fields. Trails of troubles, roads of battles, paths of victory we shall walk. The trail is dusty, the road it might be rough, but the good road is a-waiting and boys it ain’t far off. Trails of troubles, roads of battles, paths of victory we shall walk.
Quando ela pagou a passagem, deu pra ver que não se tratava de uma pessoa comum. Ela andou pelo corredor do ônibus distribuindo com-licenças e me-desculpes. Não acho que ela tenha resolvido sentar do meu lado. Não me atreveria a esperar tal ventura. Estou certo de que foi um mero acaso eu ter sentado anteriormente justamente no banco ao lado daquele que ela, cinco minutos depois, escolheria para sentar. Mas ela sentou bem ali ao meu lado. E ela falou comigo. Eu respondi com a maior naturalidade que a minha pouca calma me permitiu, mas, me acredite: isso não era muito. Não sei se foi antes ou depois do meu milhão de pensamentos sobre como puxar assunto com ela, mas ela cantou. E cantou mais de uma vez. Nossa, como a voz dela é linda. Até que ela resolveu me pedir uma informação, e eu resolvi que não deixaria a oportunidade passar. Nós conversamos sobre quase tudo. Desde prioridades da vida até a beleza da chuva. Ela disse que adora o som que a chuva faz. Eu disse que não uso guarda-chuva, pois acho que a chuva deve molhar as pessoas, e não só a terra. Quando saímos do ônibus, reparei que estava chovendo muito mais do que eu pensava que estava. “Tá chovendo bastante, né?” eu disse; “É, mas tá uma delícia!”, ela não poderia ter respondido de forma mais perfeita. Eu não consegui me livrar do efeito magnético que ela provoca. Eu simplesmente a acompanhei sem perceber. Aqueles olhos castanhos quase me tiraram a atenção dos lábios e da voz dela. Mas é impossível. Ela tem o dom de tornar qualquer coisa interessante. Toda a palavra dela soa como um romance. Não sei o que quero dela. Não sei se vou encontrá-la novamente. Só sei que, se acontecer, quero que esteja chovendo.


