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You don’t speak English as well as you think.
You don’t know the Bible as well as you think.
You don’t know people as well as you think.
You don’t write as well as you think.
You’re not as wise as you think.
You’re not as humble as you think.
You’re not as kind as you think.
You’re not as sad as you think.
You’re not as polite as you think.
You’re not as fine as you think.
You’re not as interesting as you think.
And you should really think about changing your hair cut.
You
are
nothing
but
a
lot
of
halfs.
Sem dor e sem dó. Completo e desesperado. Assim é o amor quando é totalmente sincero.
Não o amor. A relação.
É como quando Jesus diz que tudo o que pedirmos em seu nome, nos será dado. Sabemos que para pedir em seu nome com real fé, é indispensável intimidade com o Pai, portanto, tudo o que pedirmos será em favor da obra de Deus, e não para benefício próprio. Isso é automático.
Funciona assim quanto à sinceridade entre nós. Podemos ser sinceros quanto a qualquer coisa um com o outro na certeza da sintonia dos nossos batimentos cardíacos. A intimidade e o respeito, tanto um pelo outro quanto pela vontade de Deus nos faz cada vez mais certos de que nenhum de nós jamais viveu algo assim. Posso até ousar em dizer que poucos conseguem tal façanha.
A verdade, embora o orgulho humano muitas vezes diga o contrário, não é que lutei por ela e agora ela é minha, mas que já era minha mesmo antes que a conhecesse.
estrelando: joão
In a little while, surely you’ll be mine
In a little while I’ll be there
In a little while, this hurt will hurt no more
I’ll be home, love!
When the night takes a deep breath
And the daylight has no air
If I crawl, if I come crawling home
Will you be there?
I hope so.
Não quero, jamais, que faça qualquer coisa que não queira fazer. Nem que se engane com qualquer coisa que eu diga. O fato de eu ter certeza de algo, não significa, necessariamente, que estou certo. Não acredite em nada do que eu disser se o próprio Deus não confirmar nas pequenas coisas. Não me ame com dúvidas. Aquele que tem dúvidas sobre o que pratica, já não age de acordo com a fé. Prefiro não ser seu totalmente a ser pela metade.
Doce é o pecado. Amargo o sabor na minha boca.
Não quero que seja para mim, menos do que consegue ser. E em caso de emergência, me culpe.
Quando trocamos bom-dias roucos hoje pela manhã, não achei que se trataria de um dia melhor do que qualquer outro. A noite passada foi fora da realidade, e por termos o hábito de julgar um dia com relação ao anterior, não esperava nada de especial para este vinte-e-nove de janeiro. Achei sinceramente que ela não pegaria o mesmo ônibus que eu. Sempre tive a idéia de que as pessoas nunca são capazes dos mesmos sacrifícios que eu só pelo prazer de compartilhar nossas presenças. Não sei em qual parte da conversa ela decidiu que queria conversar mais comigo, mas pegamos o mesmo ônibus e viemos conversando por toda a viagem. Falamos de Deus e de como sua vontade se move de forma bela e misteriosa em nossas vidas. Contamos nossos desamores e nossas decepções. Vislumbramos nossos futuros e confessamos nossos medos. Eu fui sincero e ela me seguiu. E os momentos após a tão inesperada sinceridade foram para lembrar por toda a vida. Lembrei então da oração que ela fizera na noite anterior. Ela disse ao nosso Deus: “… muito obrigada por esse dia maravilhoso, e tenho certeza de que podes nos dar um dia seguinte três mil vezes melhor…”


